Suore Missionarie della Hermanas Misioneras de la Irmãs Missionárias da
Consolata

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O Pai volta para casa

Durante o funeral, enquanto o corpo do reitor da Consolata era levado para o cemitério, alguém disse: “O Cônego Allamano não ficará no cemitério, mas voltará para sua casa”. E um artigo publicado em 18 de fevereiro de 1926 no jornal “Il Mattino” concluiu:

“Profecias” que se concretizaram 12 anos depois, quando, na manhã de 11 de outubro de 1938, o caixão com os restos mortais de Allamano foi transportado do cemitério geral para a igreja ao lado da Casa Mãe dos Missionários e, à tarde, foi sepultado em um sarcófago colocado em uma capela lateral.

De fato, além do vitral policromático colocado atrás do sarcófago de Allamano, que dá para o pátio, ergue-se a Casa-Mãe das Missionárias e, um pouco mais adiante, a Casa das Missionárias. As duas construções foram desejadas por Allamano para acolher aqueles que ingressavam na família missionária que ele fundou.

A Casa Mãe das Missionárias, construída em um grande terreno na Via della Circonvallazione, hoje Corso Ferrucci, acolheu os Missionários da Consolata, fundados por Allamano em 1901, em outubro de 1909. Por quase uma década, elas residiram na “Consolatina”, no Corso Duca di Genova, 49, numa casa que foram obrigadas a deixar por falta de espaço para acomodar outros jovens que desejavam se juntar à nascente família missionária.

O Cônego Allamano, embora continuasse a residir no Santuário da Consolata, ia regularmente a Casa Mãe para acompanhar a formação dos jovens missionários. Chegava pontualmente todos os domingos à tarde e, às vezes, até mesmo durante a semana. Todas as ocasiões eram uma boa oportunidade para se encontrar com seus filhos. O “Diário” do seminário anota:

A Casa Mãe das Missionárias da Consolata

A residência das Missionárias da Consolata, fundada por Allamano em 1910, tinha inicialmente como sede a “Consolatina”, que  uma década antes tinha acolhido os Missionários. Em 1911, um ano após a fundação, Allamano começou procurar um alojamento melhor  para as jovens que em grande número  ingressavam no Instituto. Após várias pesquisas sem qualquer resultado, Allamano e Camisassa decidiram iniciar a construção da casa para as Missionárias perto da dos Missionários, em um terreno pertencente a Allamano, que dá para as Ruas Bruino e Coazze, que tinha sido utilizado como horta.

A construção começou em 19 de abril de 1915, mas devido à difícil situação de guerra que o país atravessava, a comunidade das Irmãs Missionárias da Consolata só conseguiu entrar na Casa Mãe em 4 de setembro de 1922. Allamano, tal como fazia com os missionários, continuou a formá-las, por isso visitava regularmente a sua residência

Dois espaços da casa das Missionárias continuam ainda hoje repleta de significado e mantêm viva a presença do Fundador: o salão e a “sala verde”.

O salão

O salão era o lugar onde nos reuníamos para celebrar com o Padre, o Cofundador e as Irmãs. O Diário da Casa-Mãe relata:

A Sala Verde

A “Sala Verde” era o local dos encontros pessoais com o Pai. Eram momentos privilegiados de diálogo individual, de confronto, de experiência pessoal do Carisma que emanava de sua pessoa. Madre Maria degli Angeli relata:

Santuário de São José Allamano

O Santuário de São José Allamano, conhecido como a “Igreja do Fundador” por abrigar o túmulo do Santo de Turim em uma capela lateral, é um lugar sagrado, destino de peregrinações, um espaço que convida à pausa, à oração e à meditação. Segundo a antiga crença cristã, o túmulo de um santo é como sua “casa” terrena, onde ele vive em perfeita comunhão com Deus. É a “morada” de onde ele continua a distribuir bênçãos, encorajamento e consolo. De fato, o corpo dos santos santifica o lugar onde se encontra e aqueles que o frequentam: “é uma fonte de santificação e bênção para todos”.

Nesta capela, sentimo-nos verdadeiramente como se estivéssemos na casa de São José Allamano, sentindo-o vivo e presente: “a voz destes corpos silenciosos é mais poderosa do que a dos pregadores”; aqui, ressoa a memória das palavras de Allamano: “Quando eu estiver lá em cima, abençoarei vocês ainda mais.”

É assim que os Missionários e as Missionárias da Consolata, devotos de Allamano, amigos e colaboradores das missões sempre consideraram este lugar; eles vêm aqui para buscar força e inspiração. Desta casa, em sua família, São José Allamano infunde: “nova seiva nos rebentos da videira que plantou e tornou frutífera”.

No sarcófago, Allamano é retratado enviando seus filhos e filhas em missões; esse gesto é acompanhado pela inscrição em latim: “Anunciarão minha glória aos povos”. O nome “José Allamano” está gravado em letras grandes na laje que sela o túmulo.

O vitral atrás do túmulo (da esquerda para a direita) retrata:

  • O Santuário da Consolata, onde Allamano exerceu seu ministério sacerdotal por 46 anos.
  • O ícone da Virgem Consolata, a quem ele amava e venerava, convencido de que dela recebera tudo.
  • Um mundo tendo no topo uma cruz, recordando sua paixão pela evangelização dos povos.
  • A figura de São José Allamano apontando para o mundo com o dedo, gesto complementado pela inscrição abaixo: “Primeiro santos, depois missionários”, que enfatiza a característica essencial de serem autênticos evangelizadores.
  • A casa Mãe dos Missionários está ligada à das Irmãs Missionárias da Consolata, para destacar que as duas famílias nasceram do mesmo carisma.

A Sala das memórias

Ao lado da capela onde repousa o Fundador, desde 2001 também repousam os restos mortais de seu principal colaborador, o Cônego Tiago Camisassa: nossos dois “Pais”, o Fundador e o Cofundador, estão entre nós, próximos um do outro.

Neste espaço dedicado às “memórias”, além de vários objetos pertencentes ao nosso Santo, encontra-se um pequeno quadro da Consolata, que ficava pendurada na parede do quarto de José Allamano e se tornou parte de nossa história. De fato, em janeiro de 1900, durante uma grave doença que levou Allamano à beira da morte, ele contemplou a imagem da Consolata e prometeu que, se se recuperasse, fundaria o Instituto, e o milagre aconteceu. Allamano guardou com cuidado e devoção aquele quadro.

Ir. Maria Luisa Casiraghi, mc

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